só para dar espaço
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31.10.16
A Compreensão Psicanalítica dos Medos
O medo, seja ele real ou não, provenha ele de perigos internos ou externos, está ligado ao sentimento de desamparo e impotência que o indivíduo experimenta desde o seu nascimento e ao longo do penoso e difícil caminho que percorre rumo ao amadurecimento.
23.10.16
A clínica psicanalista dos medos
Expressões da angústia - podem ocorrer como uma expectativa ansiosa, uma sensação de mal-estar, ou até mesmo uma crise aguda, onde o pânico é o representante maior da
intensidade do medo - são frequentes nos consultórios.
O medo é um sentimento que acompanha o ser humano em maior ou menor grau de intensidade por toda a vida, e está relacionado diretamente à reação afetiva da angústia. O termo alemão Angst, usado por Freud em muitos dos seus textos, significa, em sentido literal, ‘medo’. Porém, foi traduzido para o português como ‘ansiedade’, ou angústia’. Etimologicamente, na raiz indo-europeia, Angst se refere a ‘apertar’, ‘amarrar’. No latim, desta mesma raiz, derivam, as palavras ‘angina’ e ‘angústia’.
intensidade do medo - são frequentes nos consultórios.
O medo é um sentimento que acompanha o ser humano em maior ou menor grau de intensidade por toda a vida, e está relacionado diretamente à reação afetiva da angústia. O termo alemão Angst, usado por Freud em muitos dos seus textos, significa, em sentido literal, ‘medo’. Porém, foi traduzido para o português como ‘ansiedade’, ou angústia’. Etimologicamente, na raiz indo-europeia, Angst se refere a ‘apertar’, ‘amarrar’. No latim, desta mesma raiz, derivam, as palavras ‘angina’ e ‘angústia’.
13.10.16
Medos: de onde vem e o que fazer com eles
Como pensar sobre este sentimento universal, que conhecemos tão bem na própria pele, mas que, ao mesmo tempo, é um tema complexo sob o ponto de vista da psicanálise, tanto no âmbito da teoria quanto no âmbito da técnica.
Sentimos algum tipo de medo nos vários papéis que desempenhamos em nossas vidas e ele nos acompanha em todas as fases do desenvolvimento. Alguns são plenamente justificados do ponto de vista de ameaças externas a que estamos sujeitos e temos que aprender a viver com eles.
Sentimos algum tipo de medo nos vários papéis que desempenhamos em nossas vidas e ele nos acompanha em todas as fases do desenvolvimento. Alguns são plenamente justificados do ponto de vista de ameaças externas a que estamos sujeitos e temos que aprender a viver com eles.
O medo nosso de cada dia
Há medos que fazem parte da vida cotidiana, enquanto outros dizem respeito ao trabalho analítico. O desafio está, primeiramente, em reconhecer essa presença incômoda. Em seguida, vem a procura pela capacidade negativa, descrita por Keats e sugerida por Bion.
"FREUD EXAMINOU ALGUNS MEDOS, ESTUDANDO RITUAIS DE POVOS PRIMITIVOS E COMPARANDO-OS COM AS EXPRESSÕES DA NEUROSE OBSESSIVA"
"FREUD EXAMINOU ALGUNS MEDOS, ESTUDANDO RITUAIS DE POVOS PRIMITIVOS E COMPARANDO-OS COM AS EXPRESSÕES DA NEUROSE OBSESSIVA"
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